O Grupo Grita encena obra do saudoso Monteiro Lobato " O Sítio do Picapau Amarelo: Meu Pé de Alecrim"
O palco dos Teatros Itapicuraíba, no Anjo da Guarda, e João do Vale no Reviver se transformaram no Sítio do Picapau Amarelo, com direito à boneca Emília, Dona Benta, Tia Anastácia, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Narizinho, Saci Pererê e até a Cuca, todos envolvidos em uma nova e gostosa aventura, criada e encenada pelos integrantes do Grupo Independente de Teatro Amador (Grita).
Meu Pé de Alecrim é o resultado de um estudo e de uma intensa pesquisa que durou cerca de dois meses da obra de Monteiro Lobato. Cláudio Silva assina a direção do espetáculo e diz ter como objetivo fazer com que as crianças possam interagir com as situações criadas pelos personagens da história através de músicas regionais, contos folclóricos, bonecos e formas animadas, que serão utilizadas na montagem, oferecendo para a plateia em especial às crianças, elementos de prazer e reflexão.
domingo, 20 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
De onde vem?
Originário de um teatro pobre periférico, o grupo Grita desenvolve seus trabalhos graças ao apoio da comunidade, que contribui com sua mão-de-obra e a compra de ingressos a preços populares. Busca mecanismos direcionados para a educação, tendo como objetivo conscientizar a comunidade a necessidade de aprender e admirar a arte. Um dos mecanismos utilizados pelo Grita é a realização de montagem de médios e pequenos espetáculos.
O Grita foi criado pelos atores Claudio Silva, Zezé Lisboa, e Gigi Moreira. “A fábrica dos sonhos fica no bairro do Anjo da Guarda - lugar onde sonhar tornou-se uma necessidade básica. De lá tem saído grandes atores. Atores esses que aprenderam a transformar os problemas diários num recado que a sociedade precisaria reler todos os dias” (LISBOA, p.12).
quarta-feira, 26 de maio de 2010
A IMPORTÂNCIA DO GRUPO GRITA NO DESENVOLVIMENTO DO TEATRO AMADOR DE SÃO LUIS
A IMPORTÂNCIA DO GRUPO GRITA NO DESENVOLVIMENTO DO TEATRO AMADOR DE SÃO LUIS
Grupo Independente de Teatro Amador – GRITA - o grupo Grita originou-se em 1972 por um grupo de alunos do extinto Centro Educacional do Maranhão – CEMA - hoje, Unidade Escolar Anjo da Guarda - para dar continuidade à política educacional desenvolvida pela instituição. Neste sistema as aulas eram televisionadas e a proposta da disciplina Educação Artística fazia com os alunos desenvolvessem e produzissem trabalhos envolvendo a dança, a música e o teatro.
O EGA, primeiro nome do grupo, participa de oficinas e desenvolve lentamente suas atividades artísticas no desenvolvimento do teatro e só depois de sua legalização jurídica em 1975 passa a chama-se Grupo Independente de Teatro Amador, tendo como seus dirigentes Gigi Monteiro, Claudio Silva e Zezé Lisboa.
O trabalho do grupo é considerado um dos mais representativos no Maranhão no que se refere à arte: trabalha a tragédia, o drama e a comédia, o sagrado e o profano. Como todo grupo teatral, tem suas dificuldades, principalmente quando se trata da busca por patrocinadores e na divulgação dos trabalhos. Tem seu próprio espaço para ensaios que fica no Teatro Itapicuraíba no bairro do Anjo da Guarda.
Seu principal foco é o teatro juvenil trabalhado através de oficinas de formação de platéia, ou seja, sem o intuito de formar atores. Como disse D. Arlete Máximo, responsável pelo memorial do Teatro Itapicuraíba, é uma forma de teatro didático-pedagógico. Trabalha com projetos para empresas no intuito de angariar fundos para o desenvolvimento de suas atividades. Dentre os seus principais trabalhos estão “Maranhão em dois tempos”, “Uma meia para um par de homens”, ”Romance do Vilela”, “Preto fugido”, a famosa “Via Sacra” e atualmente está em cartaz no Teatro João do Vale com a peça “O sitio do Pica-pau Amarelo”.
Grupo Independente de Teatro Amador – GRITA - o grupo Grita originou-se em 1972 por um grupo de alunos do extinto Centro Educacional do Maranhão – CEMA - hoje, Unidade Escolar Anjo da Guarda - para dar continuidade à política educacional desenvolvida pela instituição. Neste sistema as aulas eram televisionadas e a proposta da disciplina Educação Artística fazia com os alunos desenvolvessem e produzissem trabalhos envolvendo a dança, a música e o teatro.
O EGA, primeiro nome do grupo, participa de oficinas e desenvolve lentamente suas atividades artísticas no desenvolvimento do teatro e só depois de sua legalização jurídica em 1975 passa a chama-se Grupo Independente de Teatro Amador, tendo como seus dirigentes Gigi Monteiro, Claudio Silva e Zezé Lisboa.
O trabalho do grupo é considerado um dos mais representativos no Maranhão no que se refere à arte: trabalha a tragédia, o drama e a comédia, o sagrado e o profano. Como todo grupo teatral, tem suas dificuldades, principalmente quando se trata da busca por patrocinadores e na divulgação dos trabalhos. Tem seu próprio espaço para ensaios que fica no Teatro Itapicuraíba no bairro do Anjo da Guarda.
Seu principal foco é o teatro juvenil trabalhado através de oficinas de formação de platéia, ou seja, sem o intuito de formar atores. Como disse D. Arlete Máximo, responsável pelo memorial do Teatro Itapicuraíba, é uma forma de teatro didático-pedagógico. Trabalha com projetos para empresas no intuito de angariar fundos para o desenvolvimento de suas atividades. Dentre os seus principais trabalhos estão “Maranhão em dois tempos”, “Uma meia para um par de homens”, ”Romance do Vilela”, “Preto fugido”, a famosa “Via Sacra” e atualmente está em cartaz no Teatro João do Vale com a peça “O sitio do Pica-pau Amarelo”.
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